Gravida sorrindo

A gravidez exige uma alimentação saudável. Basta a mulher descobrir que está grávida para que a famosa frase “Agora você tem que comer por dois!” apareça.
São pais, tios, irmãos, amigos e até desconhecidos tentando mostrar preocupação com a saúde do bebê com essa dica que, na verdade, não tem muita validade. Claro que a alimentação durante a gravidez é um fator dos mais importantes, mas simplesmente aumentar a quantidade do que se come não é o indicado.

Como o Corpo Reage a Gravidez?

Durante a gravidez, a mulher pode e deve comer a mais, mas o recomendado é que esse aumento fique em torno de 10%. Ou seja, para uma mulher que consumia 2000 calorias por dia, é recomendado que ela passe a ingerir 200 calorias a mais. Isso representa somente duas fatias de pão integral adicionais no seu cardápio.
Na gestação, seu corpo se torna mais eficaz, aproveitando o máximo da energia daquilo que você consome. Sendo assim, o que se deve mudar em relação à alimentação durante a gravidez?
O importante para ser uma Mamãe Sarada é a qualidade. Ter um cardápio variado é o ideal, mas para cada fase da gestação há recomendações específicas. Nas primeiras semanas é importante consumir alimentos leves ricos em ácido fólico, que pode ser encontrado em verduras escuras como brócolis e espinafre.

Recomendações

Aliemtos naturais para gestantes
A recomendação é que se evite, durante toda a gestação, mas principalmente no primeiro trimestre, a ingestão de alimentos crus ou mal passados, que podem transmitir doenças e aumentar o risco de intoxicação alimentar.
No segundo trimestre em diante, com a volta do bem-estar relacionado ao apetite, a gestante pode sentir até mais fome do que tinha antes da gravidez. O cardápio deve incluir ovos, derivados do leite, carnes, além das frutas, verduras e legumes.
Além dos carboidratos que são importantes para dar energia à gestante, o principal é que as refeições sejam ricas em proteínas, vitaminas e sais minerais para auxiliar no desenvolvimento e na saúde do bebê.
Procure fazer refeições rápidas várias vezes ao dia, ao invés das nossas três grandes refeições de sempre. Há também o cuidado com o que não se deve incluir na alimentação. Além dos alimentos crus, a cafeína, queijos de casca branca, os com fungos (como roquefort) ou feitos com leite não-pasteurizado (frescal ou tipo minas), devem ser evitados.
E uma unanimidade entre os especialistas é a eliminação de toda bebida alcoólica do cardápio da gestante. É sempre importante que a futura mamãe procure um especialista para receitar uma dieta completa, dentro das necessidades e possibilidades dela.
Além disso, um médico deve ser consultado, pois é interessante que se tome complementos alimentares, já que às vezes fica difícil de encontrar alimentos em tamanha variedade. O médico é importante também para indicar os exercícios físicos corretos para a gestante, que deve ser outra preocupação para a mulher que está grávida.
Ter uma alimentação correta e um acompanhamento pré-natal completo é fundamental para que o bebê se desenvolva completamente e leve todos os benefícios de uma gravidez saudável para o resto de sua vida.

Alimentação Saudável na Gestação
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